Abertura do mercado do gás natural está nas mãos do Congresso

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O Conselho Nacional de política Energética – CNPE aprovou ontem (24) resolução que vai liberar o mercado de gás natural no País. No comunicado as medidas preveem a criação de condições para o acesso aos gasodutos de transporte e dutos de escoamento, unidades de processamento e terminais de gás liquefeito. Hoje, (25), a recomendação do governo chega ao senado e amanhã (26) na câmara para que as alterações possam ser analisadas e decidir o que pode se tornar lei.

Como anunciado com exclusividade pela Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento – Aspacer, no último dia 11, pelo secretário executivo adjunto do Ministério de Minas e Energia, Bruno Eustáquio de Carvalho, durante a abertura do 3º Fórum Brasileiro do Gás Natural, a nova política do setor prevê gás mais barato nos estados. Bruno fez coro ao que revelou o ministro da economia, Paulo Guedes. Cálculos dão conta a quebra de monopólios na produção e distribuição do insumo no País. Cálculos do governo citados por Guedes e pelo ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, apontam que o preço do gás pode cair 40% e o Produto Interno Bruto (PIB) industrial pode avançar 8,46% ao ano.  “Se cair 50% o preço da energia, PIB industrial pode subir 10,5%”, estimou Guedes.

Luis Fernando Quilici, diretor de relações institucionais e governamentais da Aspacer e CEO do Fórum, reiterou sua fala e a luta da Aspacer pela redução do preço do Gás Natural. “Além do aguardado impacto na indústria cerâmica e outras que dependem do gás natural como energia, gás mais barato significa maior produção e com arrecadação maior o governo arrecada mais e também é parte integrante dos benefícios”.