Marco do Gás Natural deve ter prioridade na volta dos trabalhos no Congresso

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Quilici: “Desde 2013 participamos ativamente na elaboração do Novo Marco do Gás”.

Quilici: “Desde 2013 participamos ativamente na elaboração do Novo Marco do Gás”.

ASPACER teve um papel destacado na mobilização empresarial e legislativa sobre o tema

O início do ano legislativo no Congresso Nacional coincidiu com o começo da pandemia do novo coronavírus. Assim, num primeiro momento, a agenda do parlamento se reestruturou de modo a priorizar questões urgentes para enfrentar a crise.  Na volta do recesso, que acontece na próxima semana, o foco deverá ser manter a atividade econômica do país e a renda dos trabalhadores.

A Câmara dos Deputados e o Senado Federal devem se organizar para fazer com que avance pautas estratégicas não só para a indústria, mas para a economia brasileira como um todo.  Dentro desse contexto, a Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento (ASPACER), teve e tem um papel importante dentro da mobilização empresarial e no Legislativo, na defesa de pautas setoriais como o novo Marco Regulatório do Gás Natural. “Participamos de todo processo ativamente desde a criação dele em 2013 junto ao então deputado Mendes Thame, assim como suas tramitações na Câmara Federal, Senado e agora de volta Câmara. Sua aprovação é fundamental para que nosso setor retome o crescimento. “Isso é importante para nossa região. Nós vamos continuar defendendo sua aprovação nos moldes originais e cobrar celeridade neste processo fundamental para nossa competividade”, destacou o diretor de relações Institucionais da ASPACER Luís Fernando Quilici.

Dados do Anuário Energético do Estado de São Paulo 202, ano base 2019, mostram que as cidades de Rio Claro, Santa Gertrudes e Cordeirópolis somam 54 indústrias que consomem gás natural e serão afetadas positivamente com a aprovação do Novo Marco do Gás.
Para Quilici, “Gás mais barato vai dar maior competitividade para a indústria, o que vai permitir novos investimentos e geração de novos empregos, sobretudo na nossa região”, citou.

O PL do Gás Natural chegou a ser colocado em pauta na Câmara Federal na última reunião em dezembro, mas devido ao volume de projetos não entrou em discussão. No entanto, deve fazer parte da agenda Legislativa na volta do recesso. Caso aprovado seguirá para sanção do presidente da república.