Lideranças do setor cerâmico participam de missão estratégica no principal polo de gás da Argentina

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Uma comitiva de lideranças do setor industrial cerâmico e do mercado de energia brasileiro participou, entre os dias 19 e 22 de maio, da Missão Argentina 2026. Promovida pela MGas Comercializadora, a iniciativa teve como objetivo central conhecer a infraestrutura de exploração e prospectar oportunidades na província de Neuquén, região considerada o epicentro da produção de hidrocarbonetos e um dos polos energéticos mais importantes da América Latina.

O setor cerâmico paulista marcou presença na missão por meio de suas principais lideranças, entre eles Valmir Carnevali, presidente da Aspacer; Luis Fernando Quilici, diretor de Relações Institucionais da Aspacer; Benjamin Ferreira Neto, presidente do Sincer; Heitor Almeida, presidente da Cerâmica Almeida; e Eduardo Fior, diretor industrial e geral da Cecafi e presidente do Conselho de Administração da Anfacer. O roteiro técnico foi desenhado de forma estratégica para conectar inovação, infraestrutura e o futuro do mercado de gás e energia, permitindo que os líderes industriais brasileiros compreendessem a dinâmica de suprimento regional de ponta a ponta.

A agenda concentrou-se em Neuquén, onde o grupo realizou uma visita técnica exclusiva à base de exploração da Fluxus, atividade essencial para analisar de perto os processos de extração e a capacidade de escoamento de reservas fundamentais para o abastecimento da América do Sul. Além da imersão em campo, as lideranças cumpriram uma agenda institucional voltada ao estreitamento de relações e à prospecção de negócios, debatendo o potencial regional e a integração comercial entre Brasil e Argentina.

Para a Aspacer e as demais entidades do setor, a participação na missão representa um passo fundamental na busca por segurança energética e competitividade para as fábricas brasileiras. Sendo um dos segmentos de maior consumo intensivo de gás natural no país, o setor ceramista acompanha com prioridade as alternativas de diversificação de fornecimento e a evolução da infraestrutura do país vizinho, mitigando os riscos de gargalos no suprimento nacional.