Aspacer entrega homenagem ao presidenciável Eduardo Campos

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Benjamin Ferreria, Luís Fernando Quilici e Luís Antônio Ortigosa, entregam placa de revestimento em homenagem ao presidenciável Eduardo Campos.

Nesta terça-feira, 13, a Aspacer e as Associações empresariais do setor de gás natural, estiveram em evento em São Paulo para fazer a entrega a Eduardo Campos (PSB), candidato a presidência da república, de documento com demandas do setor. O grupo pretende endereçar o texto também a Aécio e Dilma.

O evento teve como objetivo apresentar propostas para o mercado de gás natural através do Fórum das Associações Empresariais Pró-Desenvolvimento do Mercado de Gás Natural, no qual a Aspacer, é a única associação estadual que integra o grupo. O restante, são associações nacionais.

Pela tamanha representatividade que vem conquistando ao longo dos anos e por seu trabalho em prol do setor, o diretor de relações institucionais e governamentais, Luís Fernando Quilici, junto aos vice-presidentes da entidade, Benjamin Ferreira Neto e Luís Antonio Ortigosa, em nome da Aspacer, fizeram a entrega de uma placa de revestimento cerâmico, com uma homenagem ao candidato a presidência da república. Junto a outras associações empresariais do setor de gás natural, a entidade entregou um documento com demandas do setor, entre elas a equiparação da desoneração tributária recebida pelas termelétricas.

Edmar Almeida, professor doutor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Adriano Pires, representando o Centro Brasileiro de Infraestrutura e Paulo Pedrosa, presidente da Abrace (Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres), junto a Eduardo Campos, participaram da mesa de trabalhos e explanaram sobre o tema gás natural. Foi unânime o posicionamento sobre a falta de políticas públicas para o setor, necessidade de maior investimento e preços mais competitvos.

Eduardo Campos reconheceu que é de extrema importância um Plano Estratégico para o setor de combustíveis no país, em destaque, o gás natural, fixando que só assim, é possível prever o que vislumbraremos no futuro.

O pré-candidato do PSB à Presidência da República, também falou sobre  a administração atual. “Para ganhar 2015, é fundamental que a vitória comece em 2014 tirando o governo que está aí, um governo que gera descrença nas instituições, que gera paralisia no investimento”, disse o ex-governador de Pernambuco durante evento em São Paulo.

“A crise não é de fundamentos macroecômicos, é de confiança porque o governo interfere em regras, muda as regras e perturba a capacidade de investimento em setores importantes do Brasil”, acrescentou.

Campos afirmou que os fundamentos da economia são fortes mas voltou a defender a necessidade de realizar um rearranjo na economia para combater a alta dos preços, que tem flertado com o teto da meta de inflação –de 4,5 por cento mais 2 pontos percentuais de tolerância–, retomar o controle da política fiscal e dar autonomia para o Banco Central conduzir a política monetária.

Para melhorar a gestão da política fiscal, o pré-candidato do PSB prometeu instalar um conselho de responsabilidade fiscal para dar transparência e ser fiscalizador da disciplina dos gastos públicos.

Campos criticou a escolha política de pessoas “incompetentes” para comandar importantes áreas da economia.

“O arranjo de 39 ministérios, distribuído com partidos sem uma discussão por competência, com gente incompetente gerindo áreas que não sabe gerir, é uma conta que não fecha”, disse.

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