O Brasil ganhou, nos últimos anos, novos players no mercado de GNL, como a Excelerate, New Fortress Energy (NFE), Gás Natural Açu (GNA) e, mais recentemente, a Eneva – que comprou a Celse, em Sergipe, da NFE e Ebrasil.O mercado brasileiro vive, agora, uma nova corrida pelo desenvolvimento de novos terminais.
São três plantas em construção: uma da Compass (São Paulo) e duas da New Fortress (em Santa Catarina e no Pará, ambas previstas para 2023, depois de atrasos) e uma série de novos empreendedores que tentam tirar seus projetos do papel, num momento de forte pressão sobre o mercado global de GNL.
Há novos projetos em desenvolvimento em pelo menos cinco estados: Ceará, Pernambuco, Maranhão, Rio de Janeiro e Paraná.Esta semana, a OnCorp obteve uma vitória importante no seu plano de construção de um terminal em Pernambuco.
Eneva e Gera Maranhão, por sua vez, têm projetos em Itaqui (MA) – que despontam como potenciais supridores de projetos termelétricos no leilão deste mês, cita o analista sênior de gás e GNL da Wood Mackenzie, Henrique dos Anjos.
Mesmo com a alta dos preços internacionais do gás e da forte demanda europeia, o analista acredita que os projetos cadastrados no leilão de termelétricas deste mês podem ser bem-sucedidos.