Nestes últimos dias houve um aumento de 25% nas medidas restritivas de uso de energia elétrica na China, o que afetou severamente a indústria cerâmica chinesa.
Atualmente, o mundo passa por uma crise de energia e muitos países como Espanha, Estados Unidos, Índia, Brasil, Japão e Coréia do Sul estão enfrentado uma escassez de energia elétrica.
A indústria cerâmica da China também enfrenta os desafios. Devido ao aumento contínuo dos preços do carvão e ao fornecimento restrito de eletricidade, muitas províncias e cidades aumentaram o preço da eletricidade não residencial e o custo da eletricidade na indústria de cerâmica aumentará ainda mais.
Até agora, o racionamento de energia já se espalhou por 20 províncias e cidades da China, envolvendo muitas das principais áreas de produção da indústria cerâmica. Centenas de fábricas sofreram paralisação direta, redução de capacidade (variando de 20% a 70%), pico de produção escalonado e restrição de energia em diferentes períodos.
Em Guangdong, por exemplo, foi implementado a política de abrir dois dias e depois parar cinco dias, abrir um dia e depois parar seis dias. No entanto, muitas linhas de produção foram obrigadas a parar.
Já em Guangxi, a produção da indústria cerâmica não pode ultrapassar 50% da produção média mensal no primeiro semestre do ano. Muitas empresas de cerâmica nesta região, fecharam todas as linhas de produção por várias semanas.
Em Hunan mais de 20 linhas de produção na área de produção de Yueyang foram fechadas. Já em Shanxi 28 empresas de cerâmica na área de Jincheng suspenderam a produção e algumas delas devem retomar só em abril de 2022.
Fonte: CTW