Negligenciadas, ações simples de prevenção a ataques cibernéticos podem gerar grandes riscos para empresas

Postado em Economia

A cibersegurança foi um dos temas abordados pelo presidente do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), Rafael Cervone, durante a palestra “Macrotendências Mundiais até 2040”, que aconteceu nesta semana, no Laboratório de Cibersegurança do Senai Paulo Antonio Skaf, em São Caetano do Sul, no ABC Paulista. 
O presidente alertou que muitas empresas podem estar com seus negócios em risco por não estarem tomando medidas simples de prevenção a ataques cibernéticos, como oferecer treinamentos preventivos às suas equipes.
Com base em mais de 400 bancos de dados analisados, a palestra abordou nove temas: saúde; infraestrutura; trabalho e qualificação; alimentos, urbanização; segurança; energia; perfil do consumidor e entretenimento e turismo.
As tecnologias da 4ª Revolução Industrial foram elencadas por Cervone como fatores impactantes para as macrotendências. No quesito segurança, ele destacou os aspectos da segurança digital e da privacidade de dados.
A recente “Pesquisa de Maturidade da Indústria em Cibersegurança, Proteção de Dados e Governança de IA”, da Fiesp, avaliou 300 empresas e revelou que 41,2% delas não possuem qualquer estrutura de cibersegurança, enquanto 23,5% a enxergam como uma obrigação que não traz benefícios para o negócio.
Cervone lembra que o tema é tão relevante que passou a ser responsabilidade da alta administração das empresas e não apenas da TI. Segundo ele, a ameaça de um hacker pode causar grandes estragos, como roubos de segredos industriais e até o controle dos processos produtivos. 

Fonte: CIESP

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