Durante encontro recente com o presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, o setor de revestimentos cerâmicos tratou de temas estratégicos para o setor. A indústria esteve representada pela ASPACER (Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento) e pela ANFACER (Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos, Louças Sanitárias e Congêneres).
No campo energético, representantes da indústria discutiram os avanços regulatórios nas esferas federal e estadual, além da evolução dos custos de escoamento e processamento do gás natural, um dos principais insumos da produção cerâmica.
Já na área tributária, destacou-se a necessidade de exclusão dos revestimentos cerâmicos do regime de substituição tributária (ST). Para o setor, a aplicação da ST em São Paulo tem gerado impactos negativos, como prejuízos ao capital de giro das empresas, aumento de custos, maior complexidade operacional e riscos fiscais, fatores que acabam refletindo em preços mais elevados ao consumidor.
