No próximo dia 26 de março, à partir das 10 horas, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, estará promovendo mais um encontro, através da Aspacer, com empresários e políticos das cidades participantes do Plano Diretor Regional Minerário (Rio Claro, Santa Gertrudes, Cordeirópolis, Iracemápolis e Ipeúna).
Esta será a oitava reunião em continuidade aos trabalhos desenvolvidos pelo Grupo Temático de Cerâmicas (GT Cerâmicas), da Câmara Ambiental de Mineirais não Metálicos.
Sustentabilidade é a palavra da moda no mercado cerâmico
Preocupados com o equilíbrio entre o meio-ambiente e a comunidade, muitos municípios que hoje sofrem com problemas relacionados a poluição e a degradação do solo, podem ter uma esperança de recuperação e melhora da qualidade de vida ao longo do desenvolvimento de projetos sustentáveis.
Para mudar a ideia de que esse conceito é difícil de ser implementado, e que ele, pode sim, caminhar paralelo às atividades consideradas de impacto ao meio ambiente, como é o caso da mineração, a Câmara Ambiental de Mineirais Não Metálicos, desenvolvida pelo Grupo Temático de Cerâmicas (GT – Cerâmicas), através do secretário de Estado do Meio Ambiente, Xico Graziano, e atendendo uma proposta da Aspacer; iniciou o projeto Plano Diretor Minerário Regional nas cinco principais cidades de atividade extrativa: Rio Claro, Cordeirópolis, Iracemápolis, Santa Gertrudes e Ipeúna.
Após a coleta de dados e informações adquiridas individualmente com os representantes de cada município integrante do estudo, os agentes da Secretaria do Estado de Meio Ambiente, que coordenam os trabalhos, em parceria com a Aspacer e com a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) das cidades de Piracicaba e Limeira, estiveram, no dia 9 de fevereiro, na sede da Aspacer, para dar continuidade ao trabalho e apresentar um esboço do Termo de Referência.
José Pedro Fittipaldi, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SMA), apresentou um breve histórico sobre o processo e do que ficou definido, a partir dos dados apresentados em várias reuniões com representantes dos municípios. O método de estudo segue a linha da AAE (Avaliação Ambiental Estratégica). “A partir da definição do objeto de estudo (extração de argila), foi realizado o levantamento dos dados, um diagnóstico atual e definições dos fatores críticos e, a partir disso, a elaboração dos cenários e os movimentos estratégicos, ou seja, quais serão as diretrizes do estudo”, afirmou Fittipaldi.