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Revista Aspacer   Setembro 2010

 
Hino da Cerâmica
 
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ASPACER - Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento
SINCER - Sindicato das Ind. da Construção, do Mobiliário e Cerâmicas de Sta. Gertrudes
Desenvolvido: E.A.V
 

Gás natural tem nova revisão tarifária. Setor cerâmico tem redução na faixa de 5%
10/12/2009

As tarifas praticadas pela Comgás, Gás Brasiliano e Gás Natural SPS sofreram nova redução. As novas tarifas foram publicadas no Diário Oficial da União de hoje (10/12) e passam a valer a partir desta data. As reduções anunciadas, mesmo que com índices inferiores aos esperados, atendem às solicitações feitas por diversas entidades de classe, como a Aspacer, que em junho deste ano protocolou pedido junto à Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo) solicitando uma nova revisão tarifária.

Os reajustes das tarifas acontecem anualmente, levando-se em consideração a data da assinatura do contrato de concessão de cada concessionária. Para o cálculo dos valores são levados em consideração os valores da margem de distribuição, a atualização do preço do gás e do valor do transporte. Neste caso, em maio deste ano a redução média anunciada para os grandes consumidores do setor industrial (que representa cerca de 84% do volume total de gás natural comercializado no Estado de São Paulo) foi de 18%, o que havia frustrado o setor.

Agora, a Arsesp anunciou uma nova redução. “Tendo em vista a variação cambial, bem como a adesão das concessionárias aos leilões de gás, o preço médio do gás adquirido pelas concessionárias teve redução da ordem de 8% e 10,05% para Comgás e Gás Natural São Paulo Sul, respectivamente. Diante desses fatores, a Arsesp deliberou por excluir da tarifa atualmente praticada pela Comgás a parcela de recuperação da conta gráfica relacionada ao preço do gás e de seu transporte. No caso da Gás Natural SPS, o valor da parcela de recuperação sofreu forte redução. Em consequência, as novas tarifas autorizadas pela Arsesp foram reduzidas em relação aos valores autorizados em maio de 2009”, explica a agência reguladora.

A Gás Brasiliano, que abrange as regiões administrativas de Ribeirão Preto, Bauru, São José do Rio Preto, Araçatuba, Presidente Prudente, Marília, Central, Barretos e Franca, contemplando 375 municípios, também teve suas tarifas revisadas na publicação de hoje do Diário Oficial da União.

Para as três concessionárias, os impactos nas faturas para os usuários de gás canalizado variam de acordo com as suas estruturas tarifárias e volumes consumidos. Veja as reduções abaixo:

 

COMGÁS – SEGMENTO INDUSTRIAL

Faixa de consumo de 50.000 m³/mês: redução de 3,87%

Faixa de consumo de 500.000 m³/mês: redução de 5,38%

Faixa de consumo de 1.000.000 m³/mês: redução de 5,59%

 

COMGÁS – SEGMENTO COMERCIAL

Faixa de consumo de 200 m³/mês: redução de 2,04%

Faixa de consumo de 1.000 m³/mês: redução de 2,33%

 

COMGÁS - GNV

Redução de 6,43%

 

GÁS NATURAL SPS – SEGMENTO INDUSTRIAL

Faixa de consumo de 50.000 m³/mês: redução de 4,11%

Faixa de consumo de 500.000 m³/mês: redução de 5,87%

Faixa de consumo de 1.000.000 m³/mês: redução de 6,25%

 

GÁS NATURAL SPS – SEGMENTO COMERCIAL

Faixa de consumo de 200 m³/mês: redução de 2,35%

Faixa de consumo de 1.000 m³/mês: redução de 2,52%

 

GÁS NATURAL SPS - GNV

Redução de 7,46%

 

GÁS BRASILIANO – SEGMENTO INDUSTRIAL

Faixa de consumo de 50.000 m³/mês: redução de 15,31%

Faixa de consumo de 500.000 m³/mês: redução de 11,55%

Faixa de consumo de 1.000.000 m³/mês: redução de 11,62%

 

GÁS BRASILIANO – SEGMENTO COMERCIAL

Faixa de consumo de 100 m³/mês: redução de 34,05%

Faixa de consumo de 1.000 m³/mês: redução de 25,99%

 

GÁS BRASILIANO - GNV

Redução de 7,59%

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