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Revista Aspacer   Setembro 2010

 
Hino da Cerâmica
 
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Varejo tem 12ª alta consecutiva puxada por material de construção, diz Serasa
03/12/2009

A atividade no setor varejista no país cresceu 0,6% em novembro (a 12ª consecutiva), na comparação com outubro, impulsionada pela alta de 2,2% (comparação mensal) no segmento de materiais de construção --que reagiu após sete quedas nos últimos dez meses. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pela Serasa Experian, empresa especializada na análise de crédito.

O indicador de atividade do comércio apurado pela Serasa ainda apontou uma alta de 15,8% na comparação com novembro de 2008. Trata-se da maior taxa de expansão nessa leitura desde julho de 2008, que havia sido de 19,3% contra julho de 2007.

Apesar da alta mensal, no entanto, o segmento de materiais de construção ainda é o destaque de queda na comparação anual, com um recuo de 13,4% em relação a novembro de 2008.

O setor de Veículos, Motos e Peças teve queda de 0,6% na comparação mensal (segunda consecutiva), mas registrou avanço de 32,1% em relação a novembro do ano passado. O segmento de Móveis, Eletroeletrônicos e Informática avançou 25,8% em novembro na comparação anual; o de Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios cresceu 19,3% na mesma base de comparação.

O segmento de Móveis, Eletroeletrônicos e Informática se beneficiou no mês passado. Com a prorrogação de parte do incentivo fiscal do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e com as melhores condições de crédito, o setor cresceu 2,7% na comparação mensal. "A recente decisão do governo de reduzir o IPI do setor moveleiro deve introduzir estímulos adicionais neste ramo varejista", avalia a Serasa, em comunicado.

No acumulado do ano de 2009, o indicador da Serasa Experian tem expansão de 5,7%, liderado pelo setor de Móveis, Eletroeletrônicos e Informática (alta de 11,7%), seguido de Veículos, Motos e Peças (alta de 6,6%) e Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios (alta de 5,5%).

Os únicos segmentos que apresentaram queda de atividade no acumulado anual foram o de Combustíveis e Lubrificantes (-1,8%) e o de Material de Construção (-14,7%).

Fonte: Folha de S.Paulo

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