Pontos Históricos

Fazenda Santa Gertrudes

A fazenda Santa Gertrudes, marco inicial do desenvolvimento da futura cidade de Santa Gertrudes, tem sua origem ligada a uma  propriedade canavieira erdada pelo Barão de São João do Rio Claro, senhor Amador de Lacerda Rodrigues Jordão, em 1848, sendo que a mesma foi ampliada pela compra e anexação das terras do sitio denominado ” Laranja Azeda”. Esta Ja possuia uma casa de morada coberta de telhas, uma casa de engenho, um paiol, um monjolo, sendo avaliada na epoca por Rs.25:040$ 000 (vinte e cinco contos e quarenta mil réis). Sua Produção de açucar, era de cerca de 3.000 arrobas. Essa  nova propriedade foi denominada “Fazenda Santa Gertrudes”, sendo que o nome “Laranja Azeda” permaneceu ainda por algum tempo, para servir
de referência á mesma.

Em 1873 faleceu o barão de São João do Rio Claro, passando a fazenda para as mãos de sua esposa, a Baronesa Maria Hypólita dos Santos Silva. Em 1876, Dona Hypólita casou-se em segundas núpcias com o Barão Joaquim Egidio de Souza Aranha, futuro Marquês de Três Rios, que era filho de Franciso Egidio de Souza Aranha e de Dona Maria Luiza de Souza Aranha, Viscondessa de Campinas. O mesmo passou a dirigir o destino da fazenda ate a sua morte, ocorrida em 1893.

Os anos de 1893 e 1894 marcaram as mortes de seus proprietários. Pelo fato da Marquesa de Três Rios não haver deixado descendentes diretos, sua irmã herdou a Fazenda Santa Gertrudes, e ao casar-se com Eduardo Prates, esse passou a dar continuidades as atividades da propriedade, apartir do ano de 1895. Eduardo Prates nasceu em 1860. Era filho de Fidêncio Nepomuceno Prates e de Inocência da Silva Prates. Pelo lado materno era neto do Barão de Antonina.

Porém, a fazenda ainda conserva seus traços originais, haja vista que seus atuais proprietários, descententes do Conde Prates, estão tornando propriedade um centro de turismo histórico, possibilitando assim, as novas gerações, uma visita ao seu passado glorioso.


Casa Cabral

Havia ainda “…o armazém …do saudoso Amandido Cabral.. a torrefação Cabral que torrava e empacotava café da mais fina qualidade… o Empório Paulista de Francisco Nogueira… a Facularia do José  Pagnota…”


 Prefeitura Municipal De Santa Gertrudes

A Prefeitura Municipal de Santa Gertrudes onde agora habitada foi doada pela Sesp (Secretária de Estado da Segurança Publica) que essa prédio tem mais de 70 anos e já foi reformado.
O primeiro Prefeito foi Oscar Rafael da Rocha, em 21 de março de 1949.
Antigamente antes de ser doado pela Sesp era habitado onde hoje é a Câmara Municipal.


Igreja Matriz

Em 1925, o Sr. Joaquim Raphael da Rocha, vereador de Santa Gertrudes na Câmara Municipal de Rio Claro para o período de 1926 a 1929, doou um terreno à cúria  para a construção da Igreja de São Joaquim que passou a ser oficialmente o padroeiro do Distrito de Santa Gertrudes.Este fato denota que já havia um numero significativo de habitantes que buscavam um espaço para a pratica de suas atividades religiosas.
A construção da igreja, além de atender as necessidades espirituais de seus moradores, vinha a atender uma tradição observada nos centros urbanos do Brasil desde a época colonial, que consistia na construção de uma capela um louvor a um santo protetor. Era portanto, a doação de terras para a constituição do patrimônio, marcando a consolidação da formação do distrito.


” A Voz”

Propriedade do Sr. Arthur.
Na década de 70 a cidade não possuia bibliotecas, livrarias e nem tipografias. A voz atraia turistas, faziam festas e dançavam muito com as musicas tipicas dos anos 70.
A voz ficava na praça demera da Fonseca Nevoeiro e animava o “Footing” dos rapazes e moças que frequentavam o cinema antigamente.