Aspacer é destaque no 2º Fórum de gás na Bolívia

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Yussef Akly - diretor executivo da CBHE - Camara Boliviana de Hidrocarbonetos e Energia, Claudia Cronembold Hamés - presidenta da CBHE e Luís Fernando Quilici - diretor de relações institucionais e governamentais da Aspacer

Yussef Akly – diretor executivo da CBHE – Camara Boliviana de Hidrocarbonetos e Energia, Claudia Cronembold Hamés – presidenta da CBHE e Luís Fernando Quilici – diretor de relações institucionais e governamentais da Aspacer

O diretor de relações institucionais e governamentais da Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimentos – Aspacer, Luís Fernando Quilici, foi um dos destaques da missão brasileira que participa do 2º Fórum Internacional de Gás, Petroquímica e Combustíveis Verdes, que acontece na Bolívia de 19 a 23 deste mês. Quilici foi dos entrevistados do tradicional Jornal “Los Tiempos” em Santa Cruz. “Primeiro momento em que, dois segmentos de consumos robustos de gás natural, vem a Bolívia para discutir esse novo cenário do gás natural no Brasil, que tem um impacto direto aqui na Bolívia”, falou Quilici.

Ao lado de 42 empresários dos setores de vidro e cerâmica, o grupo busca tratar diretamente com a empresa YPFB, petrolífera boliviana, os valores do produto. Junto ao presidente da Abividro – Associação Brasileira da indústria de Vidro, Lucien Belmonte, eles debateram ao lado de executivos da Câmara de Hidrocarbonetos, principalmente a questão do preço pago aqui no Brasil. “A conversa com os bolivianos foi muito positiva, pois conseguimos esclarecer que nós estamos aqui para promover uma ação positiva para ambos os lados, passando confiança nessas negociações”, disse Belmonte.

Hoje (20) está prevista nova rodada de reunião e encontro técnico com representantes do Ministério de Gás boliviano. Em vídeo divulgado no facebook da Aspacer,  Quilici e Belmonte afirmam que empresários e representantes de instituições brasileiras têm por objetivo iniciar relação entre a estatal para compra direta do produto.

Segundo o jornal, atualmente as empresas brasileiras compram diretamente o Gás Natural boliviano através da Petrobrás ao preço de US$ 9,5 cada milhão de BTU, que repassam às distribuidoras que elevam o valor até chegar ao consumidor final. Segundo os bolivianos a estatal nacional paga US$ 5 a YPFB. Entre as duas pontas, produtor e consumidor final o preço chega próximo a 150%.

Ainda não se chegou ao valor final que os setores pretendem pagar, o que deve ser, se não definido, pelo menos encaminhado nas próximas reuniões que acontecem até o dia 24.